ADVERSATIVOS HUMANOS

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Carta de Apresentação do Blog AdversativOs HumanOs.

Mais uma vez me disponho a fazer um blog. Os motivos já se perderam na imensidão desta tecnologia. A gente acaba percebendo que estar aqui ou não, pode fazer uma grande diferença. Contudo, depende do ponto de vista.
Eu, sinceramente não acho que esta seja a melhor forma de começar um blog. Mas, qual seria então? Estereótipos me perseguem. Quiçá, em vão.
Os avanços ao meu redor têm sido poucos. Falo de mim. Das minhas ideologias, dos meus conceitos perante a vida.
Creio que por amar escrever, isto desde os nove anos, não conseguiria ficar longe do papel e do lápis. Sim, raramente escrevo de caneta. Somente quando "passo a limpo". Mas, ficar longe do blog, já é outra estória. Mudam-se completamente os conceitos. Afinal, este não representa minha relação de dependência com a literatura.Minha dependência por escrita não vem de hoje, e vai muito além do que eu mesma posso imaginar. Na maioria das vezes me pego surpresa com os pensamentos que insistem em saltar de minha mente em forma de palavras escritas.
Não me considero tímida. Sou sim insegura, mas está aí, nem tenho medo de assumir tal insegurança. Creio que ela seja humana. Ou pelo menos assim deveria.
Sou insistente no que quero e dificilmente desisto de algo que desejo com facilidade. Mas, às vezes me pergunto de que adianta. Ah! Sou pessimista. Também não tenho medo de assumir. Costumo dizer que sou realista. Mas, acho que tanto faz. Pra quem lê então...
Tudo que já pude escrever em dois blogs anteriores que fiz não me rendeu o que eu realmente queria. E o que eu realmente queria?
Muitas coisas... Talvez nenhuma. Complicado? Pode ser! Talvez eu quisesse receber muitos elogios. Típicos de meus poemas e textos. Talvez eu só quisesse trocar idéias com outras pessoas que gostam de escrever. Que não vivem um dia sequer sem escrever pelo menos uma frase com fundo poético. Talvez eu quisesse receber comentários ilógicos de pessoas que nem entenderam o que eu quis dizer no texto, mas que simplesmente resolveram dar seus pitacos a respeito do tal, pra dizer o quanto as pessoas do século XXI estão atrasadas de tão adiantadas. Talvez eu só quisesse ter razão.
Alguma razão que foi dilacerada pelo tempo. Mas, eu acho que esse talvez na verdade representa mais que uma dúvida. Algo que eu não posso resolver como um probleminha de matemática que leva suas três ou quatro folhas.
Se agora estou aqui, devo ter um motivo. Eu diria carência, mas não de pessoas. Carência de palavras que me confortam, que verdadeiramente me acomodam às essências inventadas por nós humanos. E destas essências eu me faço poetisa, me julgo escritora de um século que traz as mazelas do cotidiano conturbado em que vivemos. Tento falar de amor, de paz, de esperança, pra não sair do padrão que me consome por exigência. Contudo, julgo inevitável falar do ódio, das guerras, da morte. E alguns me julgam também. Não me importo.
Ao final deste texto, tão melancólico de tão realista, mesmo que na minha realidade, me apresento como Camilla. Uma menina de dezenove anos que busca através da escrita libertar idéias que movem a mente quase a loucura. Em sagacidade, desejo a todos que me possam ler somente uma boa leitura.

Por: Camilla Ribeiro.

3 comentários:

Camilla Ribeiro disse...

Olá Eduardo! Obrigada mais uma vez pela atenção neste recomeço de blog.

Muitos beijos e abraços.

Camilla Ribeiro.

Anônimo disse...

oie, vim aqui pra xeretar, porque a minha irma falou muito bem de vc, saudações lancinantes, da poetisa, Adri
www.poetisalancinante.blogger.com.br

Eduardo P.L disse...

Camilla,

Adri,

irmãs nota 10 em literatura! Uma nos textos outra nas poesias!
Parabéns!
O Quem conta um conto...esta sempre de portas abertas!

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conte o seu : qcucaup@gmail.com