Conto do comentário. Mais um ponto!

conte o seu
Selena Sartorelo disse...
Olá!Tenho uma rotina diária no caminho que percorro aqui.Ás vezes mudo um pouco o percurso, e hoje foi o nome do blog que chamou a minha atenção,então vim.E após ler, gostar e ficar um tempo parada olhando essa palavras até as imagens do filme que criei desaparecem da minha mente.Fui olhar ao redor e qual não é a boa surpresa...tem um montão gente aqui que estão lá também!!!!!!!!
Ai!!!!!!!!!!!!!!! Que essa frase ficava martelando na minha cabeça iguais aos meus filhos quando querem fazer alguma coisa. Mas como fazer?...não quero simplesmente copiar um conto que já tenho escrito, ou melhor que já tenha tentado escrever, quero um novo...E cada vez que olhava no alto dessa caixa a frase piscava insistentemente e dizia - conta vai! A vontade era tão grande que não conseguia pensar em nada, muito menos em que conto contar, lia e relia esse conto que a Sonia contou, e conto, que de tão bem contado me perdia nas imagens e cheiros dos livros molhados pela água. E daí danou-se tudo. A cada lida eu ficava mais brava com a tal da inundação, que me desconcentrava ainda mais. Então resolvi foi contar sobre um conto que não escrevi e dele sobrou apenas a vontade de querer contar.Adorei esse espaço, agora já sei para onde fugir. beijos, Selena
26 de Março de 2009 13:17

Selena Sartorelo disse...
...Eu não quis contar um conto, queria mesmo era aumentar um ponto rsrsr.beijossssssss
26 de Março de 2009 13:20

Selena Sartorelo disse...
Olá,Nossa!!!!
Estou me divertindo muito aqui...se cansar avisem, por que eu ainda não cansei. E acho que essa é a minha primeira tentativa em escrever com diálogos, aceito todas as sugestões e criticas... de boa!
O CAUSO DO CONTO:
- Ói moça..ieu nunm quiria conta um conto não. ieu quiria é conta uma causo memo, póde?
- Meu senhor, eu já lhe expliquei. O senhor pode contar o que quiser...o importante é que o senhor participe.
- Mai dona a moça num que nem sabe porque ieu num quero conta um conto?
- Na verdade senhor, eu ainda tenho muitas pessoas para atender e o senhor já está aqui há mais de quinze minutos.
- Ói moça com todo o respeito que eu lhe devo a dona...eu só queria me explica por causa da desobediência que tô causano , a dona entende?
- Claro, perfeitamente. Se é tão importante, conte-me por favor.
- Agora a dona me fez perde a paciência, a moça acha que eu so algum caipira que num entende desse negocio de ironia é?
- Não foi essa a minha intenção, só estava atendendo ao seu pedido meu senhor.
- Bam, já que a dona insisti tanto então eu conto o meu causo. Mas a dona tem certeza que qué ouvi.
- Não. Não quero ouvir o seu causo, quero ouvir o porque que o senhor quer contar um causo e não um conto.
- AHHHHHHHHH!!!!!!!!! Ieu sabia que tinha cueio nesse mato. pois agora a dona vai fica quereno, por que isso eu num quero mais conta, se quizé eu conto o causo.
26 de Março de 2009

7 comentários:

Selena Sartorelo disse...

OBRIGADA!

Eu adoreiiiiiiiiiiii isso!
Mas se tiver uma próxima vez deixem ao menos eu fazer a correção né!

- Óiquí feio que fico as palavra, nuntão nem corrigida...

beijos,

Selena

SILÊNCIO CULPADO disse...

Aceito o repto para uma próxima vez. Hije não me sinto particularmente inspirada.

Abraço

Selena Sartorelo disse...

Cadê?

SILÊNCIO CULPADO disse...

Uma boa Páscoa. Prometo entrar a sério mas tenho que esperar pela inspiração.

Abraço

|REDE|BLOGO| disse...

...PASSEI POR AQUI....

Franz disse...

A Web nao cansa de me agradar com as surpresas que me traz. Seu blog foi uma delas. Congratulações. Franz

Victor Colonna disse...

Eduardo,
Há um tempo você me ofereceu um espaço para publicar uma crônica. Demorei um pouco mas aí está! Grande abraço!


METAMORFOSE (Victor Colonna)


Musicalmente eu tenho andado na fase “Raul Seixas”.

Passo horas do dia ouvindo seus cds e especialmente “Metamorfose Ambulante”. É uma música genial, que fala da necessidade de mudar, de desdizer, de (se) contradizer o tempo todo. E como toda obra de arte é o que não é falado (o subtexto) que é o mais importante.

“Metamorfose Ambulante” é sobre insatisfação, sobre a vontade de ser ”inadaptado”, sobre a consciência de ser incoerente e a incoerência de ser consciente.

“Respeite as tradições”, “estabilize-se na vida”, “entre no esquema”, “não pise na grama”. Parece que é isto que o mundo politicamente correto nos diz sempre, silenciosamente, insidiosamente, nos transformando naquilo que não queremos ser. E ficamos engessados em empregos ruins, relações inócuas, amores amargurados, fórmulas pré-concebidas, regras universais.

Quantas vezes eu quero trabalhar num domingo às 7 da manhã, dormir às duas da tarde, ouvir o som da penumbra, embebedar as segundas-feiras, destruir os ícones, me irmanar com os bichos, rir com meus olhos míopes, chorar de desejo, rir de tristeza, repetir o que nunca foi feito e me deixar levar pra longe, pra chegar perto eu não sei nem de quê.

E aí eu escrevo!

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conte o seu : qcucaup@gmail.com