Simples Mente: Nada!

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Tenho em minhas mãos o fruto: o conhecimento. A data é das mais importantes, quiçá por isso o sono não vem. Tentei me apegar em Música ao longe - Verissimo Pai. Mas, a falta de diálogo me cansou. Nem sei porque tenho feito questão de tais falas, ou falhas, de tão vacilantes.Ao meu lado direito Aventuras na História. A capa instigante: Igreja e Nazismo. De fato 'A Igreja'. Papa Pio XII... Adolf dispensa comentários. Mas, que olhar interessante por trás dos óculos redondos do velho Pio.Ao meu lado esquerdo folhas em branco aguardando cumprirem suas funções. Gritam por serem preenchidas. Talvez minha mente que grite por preenchê-las. Contudo deixo a imaginação voar, livre! Coitadas das que me servem de rascunho. Logo que copiadas, são arremessadas, e com sorte estão certeiras dentro da lixeira ao lado da mesa do computador. Algumas ainda choram estateladas ao chão. E eu que diria: Amo as folhas! Quão contraditório.Uns muitos livros me contemplam da estante... Enquanto escrevo com a direita, e amasso um pequeno pedaço de papel com a esquerda, uns 10 centímetros de comprimento por 1 de largura. Nada demais.Dia desses que reclamei das crônicas do Cuenca, na Megazine... Hoje me vejo quase discípula. Melhor, descobri que eu já seguia essa tal corrente(?) há anos, e mal percebia. Achei melhor retirar as más condutas de moça crítica e tentar suavizar toda questão.Sinto como se minha mente pudesse explodir a qualquer momento. Sem piedade. Há uma ânsia que não consigo entender.Pela tarde a televisão tinha um aspecto interessante... Agora é negra. Pudera, quase 3 da madrugada. Via A Prova - Filme. Engraçado foi que tratava de um assunto que não muito me agrada: Números. Mas, eu gostei. Juro que pensei em me graduar em Matemática. Parece piada mesmo, concordo plenamente!Os pés balançam. Vertical - Horizontal - Horizontal - Vertical - Circular. Não cessa. Há uma angústia. Uma ansiedade que treme a folha do caderno e faz a caneta desalinhar as palavras.Não há sono. Só sonhos. Planos. E uma vontade de tomar 300ml de Coca-Cola. Por que 300ml? É o tamanho do copo - tem um desenho de uma flor amarela. Simples assim.Respiro fundo para então buscar um fim. Alguma frase de impacto que os textos costumam ter... Nada! E os pés balançam na horizontal. Papa Pio e seu olhar... Adolf também olha... Nada! E os pés na horizontal... Simplesmente nada.

Por: Camilla Ribeiro.
Escrito em: 30 de Janeiro, 2009.

3 comentários:

Conceição Duarte disse...

Muito legal, simplesmente TUDO!
Adorei, divagações...
Bj e bom "carna"
CON

sonia a. mascaro disse...

Divagações...reflexões e sensações num texto que flui! Gostei!
Um abraço.

sonia a. mascaro disse...

Eduardo, obrigada pela divulgação no banner do Ecological Day!
Bjs.

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